súbitamente acodem as memórias como se fossem doces passarinhos que animam as esperanças de mais um dia...o tempo não vence as lembranças, assim o queira o coração, nelas colho uvas doces, e frutas silvestres...fica meu peito animado, tornam claro o meu dia e mais dourado o sol, restauram o meu alento, trazem-me uma paz doce, ausento-me numa liberdade gostosa, minha vontade é regressar apenas no inverno na esperança de o suportar, ver Dezembro chegar e com lucidez, quem sabe continuar a caminhar...talvez! partir, hei-de partir, não vou queixar-me da sorte, a morte é bem certa e logo aperta o peito, sigo a minha estrela, o caminho está feito...
natalianuno

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